sábado, 23 de outubro de 2010

Celta Rally 1.4 volta ao palco de Estação


Celta Rally 1.4 volta ao palco de Estação

Estação, RS, 22 de Outubro de 2010Há um ano, na última etapa do Campeonato Brasileiro de 2009, o domínio do Celta Rally 1.4 da Equipe Chevrolet transformava mais uma vitória no Vice Campeonato Brasileiro de 2009. Hoje a disputa volta aqui para Estação com o Celta Rally 1.4 disputando palmo a palmo a liderança do Campeonato, onde já venceu duas etapas das seis realizadas neste ano de 2010. “O Campeonato está para ser decidido entre duas duplas, aquela do Bernardo Koller/Sidinei Broering do Celta Rally 1.4 e aquela do Rafel Túlio/César Valandro com o VW Gol 1.6 que venceu três vezes no ano. Entre eles a diferença é, portanto, de apenas dois pontos, aqui em Estação no meio das velozes estradas que cortam as plantações a disputa vai ser espetacular.E com um tempero a mais, as especiais molhadas com a chuva que cai hoje e que promete aumentar amanhã”. Disse hoje Luís Haas Chefe da Equipe Chevrolet de Rally, enquanto suas duas duplas se dedicavam ao levantamento dos trechos a serem percorridos nas etapas de sábado e domingo.

28 carros na prova

A Etapa de Estação vale também para o Campeonato Gaúcho de Rally e isso trouxe à cidade 28 duplas de seis categorias diferentes. Um número importante que mostra que onde o Rally é bem organizado consegue atrair concorrentes e até mesmo público que não teve medo da chuva e veio ao Parque de Apoio ver de perto carros, pilotos e navegadores. Amanhã, espalhados no meio do trigo e da soja, vão torcer pelos seus preferidos, entre eles os três Celta Rally 1.4 das duplas Bernardo Koller/Sidinei Broering, Vicente Orige/KZ Morales e Marcelo Mendes/Breno Rezende, respectivamente 20. 30 e 11º colocados no Brasileiro

A Equipe Chevrolet de Rally tem a gestão da OffLimits Motorsports e conta com o apoio dos Amortecedores OffShox, das Rodas Scorro, da OP e de toda uma equipe dedicada em busca de conquistar mais um título. Tem também um twitter @celtarally para você acompanhar as provas ao vivo.

Foto do Celta Rally 1.4 #12 de Bernardo Koller/Sidinei Broering

Crédito para: Andre Santos

Carlos Lua Cintra Mauro - Direto de Estação

Assessoria da Equipe Chevrolet Celta Rally

Classificação do Campeonato Brasileiro (Categoria SuperN) depois das seis Etapas já realizadas antes de Estação.

1º Rafael Túlio/César Valandro VW Gol 46 pontos

2º Bernardo Koller/Sidinei Broering Chevrolet Celta 44 pontos

3º Vicente Orige/KZ Morales Chevrolet Celta 28 pontos

4º Luis Tedesco/Gabriel Morales Fiat Palio 22 pontos

5º Mauricio Neves/Armando Miranda VW Gol 20 pontos

6º Luis Stedile/Gilson Rocha VW Gol 19 pontos

7º Juliano Sartori/Rafael Sartori Ford Focus 14 pontos

8º Fabio Dall’Agnol/Marcelo Dalmut Peugeot 07 pontos

9º Marcos Tokarsky/Laércio Reginato Peugeot 07 pontos

10º Fábio Sacioto/Artur Carrão Fiat Palio 08 pontos

11º Marcelo Mendes/Breno Rezende Chevrolet Celta 04 pontos

12° Marcos Marcola/Sergio Tarcisio Peugeot 04 pontos

13º Luciano Fleck/Kana Ribeiro Peugeot 03 pontos

14° Lucas Arnone/Reynaldo Faustino Peugeot 02 pontos

15º Rafael Koller/Bruno Mega Chevrolet Celta 01 ponto

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

RaceTv - No mundo do Lua - Aritmeticamente Falando.




Pobre Aritmética, pobre dessa ciência
tão importante e fascinante que trata de e com números, somando, subtraindo, multiplicando, dividindo, enfim, abrangendo tudo o que implica no cálculo que for.


Em vez de se falar dela, fala-se de Matemática (da qual a Aritmética é a mais elementar das divisões) que não tem as mesmas funções e nem opera as mesmas incógnitas.

Deixe-me tentar explicar: Matemática é a Ciência das regularidades, dos padrões abstratos visuais, mentais, reais ou imaginários. Com essa abordagem os matemáticos procuram regularidades nos números, no espaço e na imaginação para tentar explicar as relações que existem entre isso tudo. Aritmética por sua vez é número puro, desde mais ou menos uns 20 mil anos antes de Cristo.

É como se falássemos apenas do time de futebol e não do goleador ou da equipe de F1 e não dos seus pilotos. Por que será que a Matemática é chamada, usada, citada e às vezes até acusada quando estamos na verdade falando da deslumbrante Aritmética?


Vejam agora neste final de Campeonato de F1 de 2010, quando faltam quatro GPs (ou três dependendo se na Coréia a matemática – aí sim – de construção de um novo autódromo der certo) para decidir quem entre cinco pilotos será o Campeão.


Quais as chances?

Aqui era bom chamar um Matemático que pudesse fazer análises ao mesmo tempo reais e imaginárias para nos dar a sua opinião. Mas acho que com uma calculadora de auxílio, a boa e eficiente Aritmética nos basta. Vamos lá? O melhor piloto poderá fazer um máximo de 100 pontos (igual a quatro primeiros lugares) isso se tiver uma média aritmética da qual estão longe de ter. Basta ver que antes do Japão a situação de pontos em média por GP é a seguinte Webber=13,46, Alonso=12,73, Hamilton=12.12, Vettel=12,08 e Buton=11,80. Se mantiverem a média acaba o ano e ninguém passa ninguém.


Mas (tem sempre um mas, não é mesmo?) se formos olhar o número de vitórias Webber e Alonso são os únicos que tem quatro cada um, portanto estão percentualmente mais peto de fazer os 100 pontos. Mas tem outro mas, a RedBull venceu seis vezes no ano e a McLaren cinco, portanto aumentam as chances de quem guia esses carros e aumenta a chance de entre eles se tirarem pontos deixando o caminho livre ara o Alonso. Complicado? Nada que uma continha, uma simples regra de três não ajude.


O novo sistema de pontuação

Acho que veio para ampliar as possibilidades de pensamento e de contas, se fosse no sistema anterior Button o quinto colocado estaria a apenas 10 pontos do Webber , parece mais fácil de entender e computar, verdade?


Assim como a tabuada do cinco sempre foi mais fácil do que a tabuada do nove.

carlos lua cintra mauro 5511 82829388

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textos de qualidade, idéias originais

quinta-feira, 29 de julho de 2010

RaceTV - No Mundo do Lua #6 - Salve meu São Cristovão




Escândalo, marmelada, farsa, falcatrua, fiasco, papelão, mamata, vergonha. Todos correram atrás de adjetivos diversos para comentar o que aconteceu no GP da Alemanha disputado no domingo dia 25 de julho. Logo no dia de São Cristóvão, o padroeiro dos motoristas!

Sem o menor respeito por aquele que dizem foi um gigante (segundo relatos de 2m e 34 cm de altura) que transportava nas costas pessoas através de um rio. Nem se lembraram dele em nenhum momento do domingo enquanto a Ferrari fazia o seu dever de casa e criava uma cortina de fumaça para deixar seu Piloto, o número 1 e com mais pontos no Campeonato, vencer. Em detrimento de seu outro Piloto, o número 2 que liderava, e que teve a certeza de que deve servir de coadjuvante se quiser continuar guiando por lá.

Tão estranhando o que?
Muita gente estranhou, abominou e criticou o fato dizendo que a Ferrari já fez isso outras vezes justamente contra outro brasileiro, o Barrichello. Esqueceram que existem inúmeros outros exemplos de “Barrichellos da vez” que em diferentes ocasiões tiveram que ceder ao bem maior de suas equipes. Ou, colocando em “formulês” tiveram que apoiar uma decisão que prejudicasse menos suas equipes.

Esqueceram, por exemplo, que no dia 30 de maio de 2010 no GP da Turquia a McLaren (que não quis comentar publicamente o assunto da Alemanha) disse ao então líder Jason Button que ele tinha que economizar combustível e ele foi obrigado a deixar o Lewis Hamilton passar e vencer.

Por quê?
Porque equipe e pilotos são todos ingleses? Os inventores do fair play? Por que ninguém reclamou naquele então? A resposta é fácil, porque como disse o Schumacher (o primeiro a defender esse tipo de manobra praticada desde sempre e que já viu até piloto ser tirado de seu carro para dar lugar a outro mais bem colocado no Campeonato) a regra de que não pode haver jogo de equipe é uma regra sem sentido a partir do momento que se aceitam Equipes nas competições. É inerente, é fato e é inevitável.

Cada qual no seu lugar
Foi uma pena para o Massa que se viu privado de uma vitória exatamente um ano depois em que ele tinha sofrido aquele acidente na Hungria. Mas ele se recuperou, já que aconteceu também em um dia de São Cristóvão. Confiem que ele vai se recuperar deste último revés também, muito menos sério.

Oração do Motorista
Só resta recorrer ao esquecido São Cristóvão: “Ó Senhor, por intercessão de São Cristóvão, padroeiro dos motoristas, dai-nos firmeza e vigilância nos muitos caminhos da vida em busca de trabalho, lazer, felicidade e realização.