segunda-feira, 12 de abril de 2010

RaceTV - No Mundo do Lua #4 - Mandando uma mensagem







Ele é o 1º colocado em números de largadas em rallys (196), 1º também em pódios (97), 1º em pontos conquistados (1242), o 2o maior vencedor de especiais em Rally (756), o 3º colocado em número de vitórias (26) e o 4º em número de campeonatos mundiais vencidos (2). Apelidado de El Matador, o espanhol Carlos Sainz é ainda o primeiro piloto não Escandinavo ou Finlandês a ter vencido o Rally dos 1000 Lagos na Finlândia e o primeiro espanhol a vencer o Rally Dakar em 2010.

Palavra do Carlos Sainz

Mas ele não está aqui, hoje, por causa dos seus números e sim por causa de uma frase que costuma dizer para esclarecer o mundo das competições. “De tempos em tempos é precisa mandar uma mensagem” ensina Sainz (pronuncia-se ‘ssáinss’ para quem quiser dar uma de locutor) e arremata “para mostrar do que podemos”. Todos os números do primeiro parágrafo são as provas maiores de que ele mandou e continua mandando diversas mensagens,



Fórmula 1. O poder de reação

Um pouco de chuva aqui e ali, uma pitada de confusão e excesso de confiança sobre estratégia, algumas sensacionais ultrapassagens e eis que depois de um GP de estreia monótono no Bahrain a Fórmula 1 aproveitou dois finais de semana seguidos para mostrar o seu poder de reação.

E mostrar também a sua capacidade de entretenimento começando já a apresentar alguns roteiros alternativos para aumentar o interesse da sua história. É o efeito “argumento de novela” que exige que por melhor que seja a espinha dorsal do tema, a audiência se conquista é com as tramas paralelas.

É a F1 mandando a sua mensagem



Fórmula Indy. Qual santo faz mais milagre?

A festa principal dos Santos Pedro e Paulo foi mantida em Roma no dia 29 de junho desde o século terceiro ou quarto. Hoje em dia os dois apóstolos ocupam duas datas diferentes nas pistas das ruas de duas cidades para as quais emprestam os seus nomes. São Paulo e Saint Petersburg (traduzindo: cidade de São Pedro) mostraram duas provas diferentes entre si, mas típicas da F Indy com muitas ultrapassagens, muitas alternâncias de posições e emoção garantida (mais uma vez a chuva entrou como ingrediente indispensável) até o final. Em termos de espetáculo poderíamos até dizer que São Paulo se saiu um pouco melhor, mas que a participação de São Pedro garantindo a chuva foi a prova definitiva de que 29 de junho está bem representado com os dois lado a lado no seu dia. É mais uma mensagem bem mandada.



Vem pra Stock você também, vem

Começou a StockCar cheia de novidades e em duas corridas, com dois resultados diferentes mostrou que neste ano pode ser mais emocionante. O que foi melhor de ver ainda foi o grid espetacular (40 carros) da Copa Montana. e o início do Mini Challenge mostrando que as novidades, quando bem apresentadas, têm sucesso garantido. É o Automobilismo no Brasil mandando a sua mensagem.

terça-feira, 30 de março de 2010

RaceTV - No Mundo do Lua #3 - Opiniões Divididas





A beleza e o interesse de qualquer esporte estão exatamente na quantidade de diferentes opiniões que surgem. “Este é melhor do que aquele?” ”E quando chover?” “E se fosse em outro circuito, campo, quadra?” Está também na multiplicidade de resultados, na alternância de vencedores e nas batalhas que não se vêem pelas transmissões.

Automobilismo não é diferente e, pelo menos na questão de divisão de opiniões a temporada de 2010 começou muitíssimo bem.



Fórmula 1. Uma categoria monótona?



Sobre a F1 tem gente já achando (depois da sonolenta corrida do Bahrain) que todas as novidades apresentadas (novos pilotos, fim do reabastecimento, novos pneus) foram derrotadas por uma realidade que tornou a corrida uma procissão. A grande eficiência aerodinâmica dos carros impede que os que estão atrás cheguem suficientemente perto para passar. A culpa é dos engenheiros que fizeram carros similarmente eficientes? A culpa é dos computadores que nivelam as performances porque conseguem prever o resultado? Todos opinam e todos concordam que é preciso fazer alguma coisa. 1) Esperar o próximo GP para ver se a coisa muda? (algumas modificações em certas equipes e algumas proibições da FIA em outras) 2) Pedir para a Bridgestone fazer pneus mais extremos que obriguem a um maior número de paradas? (difícil pedir alguma coisa para alguém que já disse que no final do ano deixa a festa) ou 3) Obrigar a todos fazerem no mínimo duas paradas? (tinha gente que queria, mas nem todos concordaram). Só por essas alternativas fica decidido, então, que a F1 não é monótona. Combinado?



Fórmula Indy. Uma comparação indigesta?

Enquanto isso do lado de cá do Atlântico na nossa São Paulo em um circuito de rua ousado (e daí com os problemas que existiram, foram resolvidos e apontam para um futuro espetacular) a Formula Indy desfilou uma vitalidade competitiva de fazer inveja. Ultrapassagens de sobra, emoção até o final e a chegada de uma forte chuva (aliás, se pudesse colocar o item chuva em qualquer prova de automobilismo como fator surpresa qualquer espetáculo seria melhor) foram o melhor tempero para a s mais de 40 mil pessoas que estiveram no Circuito do Anhembi. Um Circuito que nasceu com estrela e em apenas uma corrida já é um clássico. Contribui e muito para o sucesso não apenas o empenho dos organizadores (Grupo Bandeirantes) e a parceria com a Prefeitura, mas também e principalmente a atitude da Formula Indy (Pilotos incluídos) que sabe do valor do espetáculo e está disposta a conquistar sempre mais seguidores. Mas não é só isso, já estão mexendo nos regulamentos e escolhendo um regulamento novo para 2012 com projetos de carros que pensam exatamente no show. Só por esses motivos fica decidido, então, que a F.Indy tem DNA da indústria cinematográfica de Hollywood. Combinado?

Bom para nós

Independentemente de qualquer coisa a situação está é muito boa para nós que gostamos de corridas. Só de imaginar o que é que pode acontecer no próximo final de semana e no próximo e no outro ainda, já nos faz esquecer daquilo tudo que passou. Exatamente quando esquecemos da dor, da coceira e do choro da dentição, assim que os incisivos aparecem prometendo um amplo futuro de dentadas bem aplicadas.

quinta-feira, 18 de março de 2010

F3 - Fantasy&Facts Number #02





Language usage
A language, in the broad sense, is a system to pass around data only after submitting this knowledge to a sequence of encoding and decoding. Then different groups in the possession of proper keys are able to interpret the messages instantly. The amazing fact is how instantaneously it is done and how it can use symbols to make the written haulage of data also available. Some of the languages, in an even broader sense, are just sounds, electric impulses or numbers. Then is it when the data traffic reaches its optimum speed and logic.

Saying it in seconds
Motor racing speaks through time, with hours, minutes, seconds and its subdivisions being the backbone of its existence. A relative language, it can be said, but one that has proven its efficiency over and over again. The British Formula 3 Series is the place where objective “track talk with proper seconds spelling” substitutes all the other languages. More than any other racing series, which precede it, due to the continuous presence of drivers coming from all the places in the World where all different speeches are in place. So the British F3 Series functions both as a Rosetta stone - for translations purposes - and a stepping stone – for technical purposes. It is there that drivers, engineers and technicians reduce to a minimalist state the art of communicating.

Simultaneous translations
This effort the more it is achieved seamlessly the more it gives results. Comparatively speaking the United Nations has a translators’ grades range from P2 to P5. The British F3 Championship could easily require an imaginary P10 graded translator, such is the amount of data being processed, revised and applied continuously.


Being able to file everything
That is not all; all the results have to be filed to become subject for briefings, debriefings, media and fans source in a kind of unavoidable written legacy. A language of it own, a proprietary method that since 1951 is the challenge responsible for future Formula 1 World Champions. Be part of the group do not miss the British F3 Championship, read and hear about it the more you understand what it means.

carlos lua cintra mauro 5511 82829388
textobras@textobras.com