terça-feira, 16 de março de 2010

F3 - Fantasy&Facts Number #01






Time machine
I want to jump into a time machine to get me back to 1951. More precisely Sunday October 7, 1951 at the Brough Aerodrome in Yorkshire, where Eric Brandon with a second place finish became the first National Formula 3 Champion.

His little Cooper Mk V with a Norton Engine battling all through the 10 laps (11.7 miles of race) with Jackie Reece similar car that won the race to the enjoyment of a 16,000 crowd - 16, 001 if the time machine I’m planning to use is of any use. The crowd besides the spectacle witnessed a new record lap of 63.81 mph done by Brandon, according to the press “assisted by a combination of fine weather, a re-surfaced runway and a tail wind on the straight”. Brough, as you might have suspected by the Aerodrome reference, was an airfield as de rigueur by the standards of the time and Brandon was racing against beating and sometimes being beaten by the likes of Peter Collins, Les Leston, Jim Russell and Bernie Ecclestone just to name a few. Would you like to try the time machine?

Brave new world
Talking about voyages in time (thanks to H.G. Wells author of Time Machine published in 1932, an illustrious inhabitant of Woking from where I am writing this column to you) is the capability they have to put you right in the eye of the hurricane of brave new worlds. Motor racing was making a technical and promotional revolution with the second year running of the Formula One Championship attracting the international attention and revealing Juan Manuel Fangio to the World in his first Championship. There could not be a better time to make happen the first British National F3 Championship. Oh boy! It took a lot of passion to do format and enter this brave new world. And talking about it another natural from Surrey (in fact from Godalming, mere 7 miles south of Woking) Alldous Huxley gave me the idea for the subtitle. What a privileged article.

History on the making
After Eric Brandon (and his colleagues at Brough) there is an infinite list of F3 Championship and Race winners that unquestionably, in more than one way, shaped Motor Racing worldwide. Jackie Stewart, Emerson Fittipaldi, Carlos Pace, Derek Warwick, Nelson Piquet, Ayrton Senna, Mauricio Gugelmin, Johnny Herbert, Rubens Barrichello, David Coulthard, Steve Robertson, Gil de Ferran, Jan Magnussen, Mario Haberfeld, Antono Pizzonia, Nelson Piquet Jr, Jayme Alguersari and Daniel Ricciardo. How many memories do all names bring, courtesy of British F3 do not forget.

We are such stuff as dreams are made on.
Which brings us to the final writer (a certain Williams Shakespeare) of the day, someone from another era than our previous heroes and from a far away place (100 miles) called Stratford upon Avon. Which reminds of tyres, but this is another dream to have on another sleep.

carlos lua cintra mauro 5511 82829388

textobras@textobras.com

textos de qualidade, idéias originais

F3 - Fantasia&Fatos Número #01





Máquina do Tempo
Quero pular dentro de uma máquina do tempo que me leve de volta ao ano de 1951. Mais precisamente ao Domingo de 7 de Outubro de 1951, ao Aeródromo de Brough (pronuncia-se brûf) na região de Yorkshire na Inglaterra onde Eric Brandon, com uma segunda colocação se tornou o primeiro Campeão da Formula 3 do Reino Unido.

O seu pequeno Cooper Mk V (folheto da época anexo) com um motor tirado de uma motocicleta Norton batalhou durante 10 voltas (11.7 milhas de prova) com uma carro similar conduzido por Jackie Reece que venceu a prova para delírio de 16.000 pessoas (ou 16001 se essa máquina do tempo que pretendo usar funcionar direito). Os torcedores além do espetáculo que assistiram foram ainda testemunhas de um novo recorde de volta de 63.81mph (102,69 km/h) estabelecido por Brandon. Segundo a imprensa “auxiiado por uma combinação de ótimo tempo, uma pista recapeada e um vento que soprava a favor na reta”. Brough, como vocês já devem ter suspeitado pela referência a Aeródromo, era uma pista de pouso como convinha para aquele período de pós-guerra e Brandon competia com nomes como Peter Collins, Les Leston, Jim Russell e Bernie Ecclestone. E você gostaria de experimentar a máquina do tempo?

Bravo mundo novo
Falar em viagens no tempo (graças a H.G. Wells autor de A Máquina do Tempo, publicada em 1932 e um ilustre habitante de Woking de onde escrevo esta coluna) e falar da habilidade que elas têm de colocar você justamente no olho do furacão de bravos mundos novos. As provas de Automobilismo em 1951 estavam fazendo uma revolução técnica e promocional, com a disputa pelo segundo ano consecutivo do Campeonato Mundial de Formula 1, atraindo cada vez mais atração interncional e revelando Juan Manuel Fangio para o mundo com o seu primeiro título. Puxa! Foi necessária muita paixão para fazer, formatar e entrar neste bravo mundo novo. E falando nisso um outro nativo da região de Surrey (na verdade da cidade de Godalming, meros 11 km ao sul de Woking) me deu a idéia para o título de parágrafo. Que artigo privilegiado.

A História acontecendo
Depois de Eric Brandon (e de seus colegas em Broufh) existe uma infinita e inquestionável lista de Campeões e vencedores de provas da F3 britânica que, em mais de uma maneira, moldaram o Automobilismo mundial. Jackie Stewart, Emerson Fittipaldi, Carlos Pace, Derek Warwick, Nelson Piquet, Ayrton Senna, Mauricio Gugelmin, Johnny Herbert, Rubens Barrichello, David Coulthard, Steve Robertson, Gil de Ferran, Jan Magnussen, Mario Haberfeld, Antonio Pizzonia, Nelson Piquet Jr, Jayme Alguersuari e Daniel Ricciardo. Quantas memórias esses nomes todos não trazem? Cortesia da F3 Inglesa.


Nós somos do mesmo estofo de que são feitos os sonhos.
O que nos traz ao escritor final de hoje (um certo William Shakespeare) alguém de uma outra era ainda do que os nossos heróis de 1951 e de um lugar bem longe de nossa área (160 km) chamado Stratford upon Avon. O que nos lembra de pneus (os pneus Avon foram comprados pelos pneus Cooper que equipam a F3 Britânica de 2010), mas este é um outro sonho que vamos usar em outro sono em outra Máquina do Tempo.


carlos lua cintra mauro 5511 82829388

textobras@textobras.com

textos de qualidade, idéias originais

quarta-feira, 10 de março de 2010

Estreia no site Race TV - No Mundo do Lua



Olá todo mundo,

Hoje estreia aqui no site da Race TV uma Coluna Semanal - No Mundo do Lua - que vai falar do mundo maior que envolve as competições esportivas. Na verdade vou falar de tudo aquilo que envolve a nós mesmos, portanto de tudo aquilo que então reflete diretamente nas competições esportivas. Voltem sempre a cada próxima 5ª feira.




Um abraço do,

Carlos Lua


O Papel de Cada Um

Desde que o ser humano deixou de se comunicar apenas por gestos ou sons a arte de transmitir ideias, dados e informações ganhou diferentes instrumentos. Todos eles formam o que convencionamos chamar de mídia, o conjunto de canais apropriados para guardar, incrementar e difundir o que se pensa e faz. Cada um deles, então, tem um papel que a princípio era bem definido, mas que com o passar do tempo mostra cada vez menos a sua propensão em seguir uma rígida estrutura.


A TV

Veja a TV, por exemplo, que aberta, via cabo, via satélite ou via Internet cumpre funções e objetivos diferentes para as suas crescentes audiências. Peguem o exemplo da Race TV que começou como instrumento de marketing e hoje caminha a passos largos para consolidar o nicho que ela própria criou. Uma espécie assim de novo papel para a mídia, já que não existia e foi inventado para mudar a história.


O Veículo da Semana

Então vou eleger o papel como nosso veículo da semana de hoje e fazer um tributo àquele veículo que tornou possível todos os outros. É que no Papel nasceram os projetos todos dos veículos que mais se destacam. Hoje em dia, o uso dos computadores para escrever ou para desenvolver desenhos tirou do papel o seu "papel" único e insubstituível no processo. Desde que foi inventado na China há mais de 1900 anos atrás (primeiras referências do ano de 105 da era Cristã) o Papel não pode mais ser questionado e desafiado como talvez a maior das contribuições para o desenvolvimento da humanidade.


A Imprensa

Com a invenção da imprensa, então, em 1455 (foi quando Gutenberg imprimiu as primeiras 200 Bíblias usando o método que com alterações mínimas, é usado até hoje) a necessidade do papel aumentou tremendamente. Pouco depois a introdução do papel-moeda aumentou ainda mais a sua demanda que continua crescendo quanto mais cresce a nossa sociedade global. Só para vocês terem uma ideia, no início do século passado (o século 20) cada habitante da Terra consumia um total de 5KG de papel por ano, hoje, nesse novo século (o século 21) já somos responsáveis, cada um de nós, por 1000KG anuais de papel. Vamos cuidar de respeitá-los e reciclá-los com sabedoria.


Os Papéis Especiais


Dos de embrulho ao dos circulantes, passando pelo higiênico, pelo papelão das embalagens, pelo guardanapo, pelos enfeites de festa, pelos cartões de Natal e Boas Festas, pelos embrulhos dos presentes, por todas as resmas que usamos nas impressoras e copiadoras, por todos os especiais usados na impressão dos livros de arte, dos tíquetes de passagens aéreas, dos jornais e das revistas que povoam nossas vidas sempre mais intensamente. E lá continua o velho e bom Papel feito ainda pelo mesmo processo de sempre e que ainda vai continuar dominando o mundo por muito tempo, mesmo com o crescimento do email, da Internet, das redes sociais, do CAD e mesmo depois do avanço dos "papéis eletrônicos". Isso porque por maiores que sejam os avanços ainda pensamos usando uma estrutura que nos ensinou o Papel. Mas isso é história para passar a limpo em um novo pedaço de papel, numa próxima oportunidade. Até lá aproveitem para assistir tudo na Race TV, seu papel, como sempre, é especial em todo o processo.